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Rio de Janeiro
Tio condenado duas vezes por estupro de vulnerável é preso em SJM

Desde 2011, quando a denúncia foi feita, o processo se arrasta para prender o criminoso por abusar de sua sobrinha pré-adolescente

21/02/2019 12h42

A prisão foi feita no dia 20\02\2019 em decorrência do resultado da investigação do MP de mais de 6 anos depois que foi feita a denúncia que apontava LUIS CESAR SLOVAC como abusador de uma menor de 14 anos, que segundo informações apuradas era a sua sobrinha.

O criminoso praticava o ato libidinoso com toques, carícias e sexo oral com a menor na ausência dos outros moradores de sua casa , localizada na Rua Baiana, Matadouro, São João de Meriti.

Luis usava de ameaça e chantagem com a menor para mantê-la calada, dizendo que possuía imagens e vídeos que vazaria. Uma prática comum do criminoso também era a de dar doces e bombons para a menina, já que as práticas começaram de 2010 para 2011, quando a menina ainda possuía cerca de 12 anos.no interior de sua residência situada na Rua Baiana, Matadouro, São João de Meriti.

Segundo depoimentos da investigação a descoberta começou a ser feita por um vizinho que notou a presença constante de uma pessoa nos fundos da casa, que mais tarde foi descoberto ser o tio criminoso.

Em decorrência disso a esposa do infrator começou um processo cuidadoso de perguntas à vítima que no período de 3 dias contou todo o abuso do tio. O depoimento da mãe, dá vítima e do irmão que chegou a testemunhar provas apontadas nos depoimentos foram fundamentais para a condenação.

Luis Cesar Slovac foi condenado duas vezes nas penas do artigo 217-A, na forma do artigo 69, ambos do Código Penal.

Em contato com o Delegado Vinícius Domingos (64° DP), o mesmo disse: “A decisão do Juiz acarretou em duas condenações, o que não quer dizer que ele já havia sido condenado, mas que foi enquadrado duas vezes no mesmo crime. A denúncia feita ao Ministério Público relatava dois abusos com a mesma menina”.

Antes de finalizarmos o diálogo, Vinícius fez um pedido: “Gostaria de pedir que o nome da menina seja preservado para que a mesma não tenha mais prejuízos do que já teve”.

Coordenador estadual do MBL no Rio de Janeiro, Estudante de Gestão Pública e defensor da Vida, liberdade e propriedade.