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Rio de Janeiro
Tarcísio Motta ataca MBL Rio de Janeiro e Zema responde

“Pode chorar…..isso foi só o começo” disse Zema, coordenador do MBL no estado do Rio de Janeiro

22/02/2019 16h43

Durante esta semana, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro foi bastante movimentada. Após descobrir proposta de criação de Fundo Municipal para a Cultura feita por Crivella em caráter de urgência, o MBL começou a fazer forte oposição ao PL.

Com ajuda interna do vereador Leandro Lyra (NOVO), o MBL começou a pressão na internet apelidando o PL como “rouanet municipal”. O movimento aproveitou as publicações para convocar o povo para a câmara por meio de vídeos e imagens.

Se tratando de temas como cultura, fundo municipal, “rouanet” e afins, já era de se esperar que houvessem grupos de esquerda em forte pressão pela aprovação do PL, que inclusive já era dado como aprovado internamente.

No dia da primeira votação o MBL teve êxito e conseguiu anular a a sessão daquele dia, ganhando tempo para que Lyra coletasse as assinaturas suficientes para votar emenda que retiraria a parte principal do projeto.

Foi depois disso que o movimento pôs na mesa a cartada final. Sendo um projeto enviado à casa por Crivella, conhecido como evangélico, o MBL usou o trunfo do projeto fazer menção a ideologia de gênero 7 vezes.

Depois de massacre nas redes, Crivella retirou o projeto de pauta na Câmara e o MBL saiu vitorioso do embate. No primeiro round o movimento saiu vencedor, no segundo, o oponente pediu desistência.

Depois de toda essa movimentação, Tarcísio Motta (PSOL) foi em sua rede social e insinuou que o MBL era um movimento que quer destruir de vez a cultura do Rio.

O coordenador do Movimento Brasil Livre no estado do Rio de Janeiro respondeu: ” Pode chorar…. pois o aparelhamento dos equipamentos culturais do Rio a serviço de pautas progressistas da esquerda está com dias contados. Isso foi só o começo.”

Coordenador estadual do MBL no Rio de Janeiro, Estudante de Gestão Pública e defensor da Vida, liberdade e propriedade.