Justiça Eleitoral
Whatsapp admite disparos ilegais de mensagens nas eleições de 2018

O gerente de políticas públicas e eleições globais do Whatsapp, Ben Supple, admitiu pela primeira vez

08/10/2019 12h26

O gerente de políticas públicas e eleições globais do Whatsapp, Ben Supple, em palestra no Festival Gabo, admitiu pela primeira vez que a eleição brasileira de 2018 teve uso de envios massivos de mensagens, com sistema automatizado de contratos de empresas.

“Na eleição brasileira do ano passado houve a atuação de empresas fornecedoras de envios massivos de mensagens, que violaram nossos termos de uso para atingir um grande número de pessoas”, declarou Supple.

O TSE veda o uso de ferramenta de automatização, como os softwares de disparo em massa. Além disso, empresários contratam disparos a favor e contra candidatos, sem declarar os gastos à Justiça Eleitoral, o que configura crime de caixa 2.

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Professor de filosofia e diretor de jornalismo do MBL. Entusiasta da filosofia, [geo]política, economia e literatura.