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Previdência
Nova Previdência aprovada equivale a Brasil Potência?

No quesito otimismo do mercado, sim!

11/07/2019 17h15

A aprovação da reforma da Previdência pela Câmara dos Deputados (e com margem expressiva!), na noite de ontem, representou algo muito maior do que os trilhões que serão economizados dentro de 10 anos.

A reforma também passou uma mensagem quase que utópica aos investidores do mundo: o Brasil não só possui a maioria do congresso votando de forma favorável às reformas que vão estimular o crescimento econômico, mas tem também uma população que se mobilizou para exigir tal reforma.

Pode parecer uma coisa sem importância, mas até nos países mais evoluídos politicamente e que possuem populações mais instruídas a respeito das implicações macroeconômicas de um sistema previdenciário falido encontram dificuldades abismais em aprovar uma reforma neste setor.

E é com tais olhos que o mercado financeiro vem acompanhando a saga brasileira em prol da reforma da Previdência. Um claro sinal do otimismo é o Ibovespa, que vem ascendendo em consonância com a expectativa de aprovação da reforma desde o mês de Janeiro, e disparou na última semana, após declarações do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmando de forma convicta o sucesso da aprovação que resultará na nova situação previdenciária do nosso país.

Outro ponto de interesse, que reflete o clima otimista, é a recomendação da maior empresa de gestão do mundo, a BlackRock. Segundo a revista Forbes, a empresa recomendou que os investidores apostem no Brasil, afirmando que seria muito mais rentável que qualquer outro país da Ásia, que sofrem em decorrência da guerra comercial travada entre os EUA e a China.

A expectativa de crescimento é ainda maior após a votação dos destaques e emendas propostos para o texto-base da reforma. Caso a reforma não seja desidratada nesta etapa, a possibilidade de execução de uma reforma Tributária satisfatória também deve impulsionar o investimento de capital estrangeiro no país.

Parece que já podemos ir pensando em planejar as próximas férias, porque a economia deve esquentar.

Outra entusiasta política repleta de opiniões não solicitadas.