Justiça
Márcia Tiburi, Catraca Livre e Gleisi Hoffmann politizam tragédia de Suzano

Falta informação sobre a tragédia, mas já sobra narrativa para a militância

13/03/2019 12h02

O Brasil acordou com uma tragédia hoje: dois adolescentes invadiram uma escola em Suzano, atiraram contra alunos e funcionários e depois se mataram. Até agora, 8 mortes confirmadas: pelo menos 5 alunos e a diretora da escola.

Como sempre, esquerdistas já estão usando tragédias como palanque. Nem duas horas do caso e o Catraca Livre, do Gilberto Dimenstein, já publicava: “Massacre em Suzano aumenta discussão sobre armamento de Bolsonaro”, justamente com uma foto do presidente da República ilustrando a matéria.

“O massacre aumentou a discussão sobre a lei de armamento proposta pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). Enquanto parte da população defende que os jovens não deveriam dispor de armas no momento, outra parte acredita que funcionários da escola deveriam estar armados para evitar os disparos e as mortes.”

Márcia Tiburi, que apareceu na internet essa semana para falar que está deixando o país com medo de ameaças, mas coincidentemente vai morar com o marido que está de licença remunerada do TJ do Rio de Janeiro, também se pronunciou:

“O problema é a liberação do porte de armas, mas é também a liberação da capacidade de matar, que vem sendo estimulada por tantos políticos, sobretudo o líder maior da nação. O problema é essa cultura da violência promovida diariamente.”

Maria do Rosário não ficou de fora: “Este terrível atentado na escola em São Paulo é um dos resultados do ódio que vem sendo estimulado no Brasil. Mais armas geram mais violência, e não menos mortes, como dizem. Nós queremos paz. Minha solidariedade às famílias das vítimas.”

Gleisi Hoffmann, presidente do PT, também entrou na narrativa: “Toda solidariedade às vítimas da escola de Suzano. Tragédias como essa resultam do incentivo à violência e à liberação do uso de armas. O Brasil precisa de paz”.

O discurso asqueroso do PT logo após uma tragédia não é válido: os assassinos eram adolescentes e nunca teriam acesso a armas pela lei. Óbvio que suas armas foram obtidas por meio ilegal.

Coordenador de comunicações do MBL, também conhecido como diretor de memes, desde fevereiro de 2015. Redator do MBL News.