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Esquerda ataca autora de Harry Potter após ela defender mulher demitida

J.K. Rowling defendeu a liberdade de expressão da mulher que criticou ideologia de gênero

19/12/2019 13h03

A autora da saga literária Harry Potter, a britânica J.K. Rowling, foi ao seu Twitter, depois de um longo tempo sem postar na rede, para defender uma mulher que foi demitida por ir em uma rede social e dizer que ” homens não podem se transformar em mulheres”.

Em seu tweet, a escritora disse:

“Vista-se como quiser.
Chame a si mesmo como quiser.
Durma com qualquer adulto em idade de consentimento que aceite você.
Viva sua vida em paz e segurança.
Mas forçar as mulheres a deixarem seus empregos por afirmarem que sexo é real?”

Ela completou levantando duas hashtags em apoio a Maya: IStandWithMaya #ThisIsNotADrill

A mulher, chamada Maya Forstater, foi demitada do think tank Centro para Desenvolvimento Global (Centre for Global Development – CGD) após a postagem.

Ela inclusive foi apoiada pelo Index on Censorship – organização que apura casos de censura. A executiva-chefe da organização, Jodie Ginsberg, disse: “Pelo que li dos escritos de [Forstater], não vejo que Maya tenha feito algo errado além de expressar uma opinião que inclusive muitas feministas compartilham – que deve haver um debate público e aberto sobre a distinção entre sexo e gênero”.

Obviamente, o besteirol dos patrulhadores do politicamente correto já iniciaram seus ataques à escritora, basicamente condenando-a por defender a liberdade de expressão de uma mulher. O Twitter já se infestou desses patrulheiros nessa quinta-feira (19).

Fica a lição de que falar obviedades científicas está sujeito a ser censurado pela mentalidade mirabolante e anti-democrática da esquerda.

Bacharelando em Relações Internacionais. Produzo artigos no Neoiluminismo.com. Um sionista entusiasta da filosofia.