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Economia
Eduardo Bolsonaro defende ‘dilmadas’ de pai

Assim não dá, Bolsonaro.

12/04/2019 19h37

O filho do presidente e deputado federal, Eduardo Bolsonaro, defendeu nesta sexta-feira (12) o controle de preço do diesel promovido pelo presidente Jair Bolsonaro. Segundo Eduardo, o controle de preços ainda deveria ser estendido para os outros tipos de combustíveis.

— É necessário. Eu acredito que, em alguma medida, isso aí (intervenção no preço) vale para todos (os combustíveis) — disse o deputado federal.

A intervenção de Jair teve forte impacto negativo no preço das ações da Petrobras na bolsa de valores que caíram quase 8%. A empresa também perdeu R$ 32,4 bilhões em valor de mercado.

— O mundo que a gente entende como perfeito é sem intervenção. Mas isso daí é feito a passos graduais. O ideal, no mundo liberal, é um país sem barreiras alfandegárias. Se reduzirmos a zero as taxas de importação e exportação, o produtor nacional vai quebrar? É óbvio que sim. O que temos que ter em mente é reduzir o custo Brasil, para colocar o mercado nacional em condições de competir de igual para igual com o internacional. Mas, é claro, no mundo ideal essa intervenção não existiria — disse.

A política de controle de preços de combustíveis é apontada por economistas como uma das principais, e desastrosas, medidas do governo de Dilma Rousseff que geraram a crise de 2015 e, também, a crise

Informações da GaúchaZH.

Estudante de ciências econômicas na Universidade de São Paulo e membro do movimento Neoiluminismo. Liberal convicto admirador da filosofia prática kantiana, economia ortodoxa, Hayek e história econômica institucional.