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Defesa de lula quer que ex-diretor da PF seja ouvido em processo de suspeição

O intuito é que Galloro esclareça pontos sobre a ocasião na qual o Lula quase foi solto

18/07/2019 13h01

Os advogados do ex-presidente, agora presidiário, Luiz Inácio Lula da Silva quer que o ex-diretor da Polícia Federal, Rogério Galloro, sirva de testemunha em um processo de suspeição contra o desembargador Thompson Flores, da 8ª Turma do (TRF-4).

De acordo com a defesa do ex presidente, é desejável com isso que Galloro esclareça mais pontos sobre a cena na qual o Lula quase foi solto, em julho de 2018, com o intuito de provar que Flores interferiu na decisão do desembargador João Pedro Gebran Neto de não conceder liberdade ao hoje detido.

Os advogados do ex-presidente também falam que o desembargador não tem isenção para julgar o caso Lul. Nos últimos dois anos, Thompson foi presidente do TRF-4. Durante esse período, a defesa do ex presidente diz que ele teria tomado atitudes que o levaram a ser imparcial.

“De forma muito clara, a determinação informal dada à Polícia Federal, quando existia uma ordem de soltura oriunda de um Desembargador com igual hierarquia, não encontra amparo no arcabouço normativo. Em um regime democrático, um contato telefônico não se sobrepõe a uma decisão judicial”, disse, por fim, a defesa de Lula.

Fonte: Último Segundo

Bacharelando em administração pela UFPB.