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Rio de Janeiro
Condenado a 267 anos de prisão, Cabral também pede soltura

A defesa alega que ele está cumprindo pena sem que todos recursos tenham esgotados

08/11/2019 20h09

A defesa do ex-governador do Rio de Janeiro, Sério Cabral, entrou com um pedido na Vara de Execuções Penais para que ele também seja beneficiado pela decisão do Supremo Tribunal Federal que derruba a prisão em segunda instância.

Patrícia Proetti, a advogada de Cabral, alega que em um dos processos, o ex-governador está preso sob “execução provisória de pena”, isto é, que já começou a cumprir a condenação sem que todos os recursos da presunção de inocência tenham sido esgotados.

Cabral foi condenado pelo então juiz Sérgio Moro por corrupção passiva e lavagem de dinheiro e foi para a cadeia após decisão, em segunda instância, no TRF-4. O ex-governador ainda aguarda uma posição da Suprema Corte.

Todavia, Cabral não pode ser posto em liberdade pois nas outras ações que ele responde cumpre prisão provisória, o que a decisão do Supremo não abrange. As informações são do jornal O Globo.

Professor de filosofia, jornalista e diretor do movimento Neoiluminismo. Entusiasta da filosofia, [geo]política, economia e literatura.