Reitor preso no RJ afirma ter doado para campanha de Flávio Wonka
O senador e empresário do ramo dos chocolates Flávio Bolsonaro teria recebido verba para quitar dívidas de campanha para o Senado

O pró-reitor da UNIG (Universidade Iguaçu), preso na operação Tris in Idem (que foi responsável por investigar Witzel e encarcerar parte de sua quadrilha), afirma ter realizado doações para a campanha de Flávio Bolsonaro ao senado no ano de 2018.

José Carlos de Melo, agora afastado do cargo que ocupava, relata que a verba ''contingenciada'' para Bolsonaro serviria para quitar dívidas referentes a campanha. Melo ainda afirma que verba teria sido solicitada por Leonardo Rodrigues, atual secretário de Ciência e Tecnologia do governo do Rio de Janeiro e vice-suplente de Bolsonaro.

O curioso é que na prestação de contas do senador não consta quaisquer doações realizadas por Melo ou pela UNIG.

Este empresário de sucesso no ramo do cacau não cessa a nos surpreender: Flávio Bolsonaro possui a onipresença de Ronaldinho Gaúcho. A diferença é que o primeiro está em todos os rolês, já Flavinho Wonka parece estar envolvido em todos os esquemas de corrupção imagináveis.

OU ao menos naqueles que se passam no Rio de Janeiro, o nosso querido
narcoestado tupiniquim.

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