O PSOL pós Lula elegível
A esquerda estaria unida em 2022?

Com a volta de Lula ao cenário político, o PSOL, em reunião do seu diretório nacional no final de semana passado, discutiu sobre dar apoio ou não ao petista.

Sâmia Bomfim
Sâmia Bomfim (reprodução/internet)

Segundo o Antagonista, nenhum integrante da cúpula do partido manifestou apoiar uma eventual candidatura do ex-presidente. A deputada federal Sâmia Bomfim, contou:

“O que ele vem demonstrando é uma busca por diálogo e composição com partidos mais à direita. O PSOL não planeja dar essa guinada para disputar as eleições. Eu defendo que tenhamos candidatura própria e apresentemos uma alternativa de esquerda para um país devastado pelo bolsonarismo.”

“Todas as pessoas que abordaram o tema se manifestaram justamente no sentido de afirmar a importância de uma candidatura própria”

O deputado Ivan Valente já disse acreditar que é um “erro grave de estratégia” lançar pré-candidaturas neste momento e que Boulos é “certamente um nome nacional", mas também defendeu que seu partido só deveria tomar alguma decisão no início de 2022.

Guliherme Boulos, que disputou o segundo turno para prefeito em São Paulo no ano passado e a presidência do Brasil em 2018, está fortalecido com isso e há rumores de que seja um pupilo de Lula.

Contém informações da/o O Antagonista.
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