MP pede que Decotelli seja investigado
Mentir no currículo nunca teve um preço tão caro

O MP (Ministério Público), junto ao TCU (Tribunal de Contas da União), senviou representação ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo investigações sobre "possíveis prejuízos" aos cofres públicos no período em que o novo ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, cursou, mas não concluiu, o doutorado na Argentina.

Lucas Furtado, o subprocurador-geral, afirmou que as investigações devem apurar "possíveis prejuízos ao erário decorrentes da nomeação do novo ministro da Educação, Sr. Carlos Alberto Decotelli, considerando as notícias de que, embora constasse em seu currículo o título de 'doutor', na verdade ele não concluiu essa titulação acadêmica, bem como as suspeitas que pairam sobre suposto plágio ocorrido na dissertação de mestrado".

O MP também cita benefícios e subsídios pagos a Decotelli, como auxílio-mudança.

A FGV (Fundação Getúlio Vargas), a Universidade Nacional de Rosário (Argentina) e a Universidade de Wuppertal (Alemanha) desmentiram informações contidas no currículo do novo ministro da Educação.

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