Governo avalia prorrogar auxílio emergencial
Atualmente, o coronavoucher contempla 65,3 milhões de trabalhadores que tiveram suas rendas prejudicadas pela pandemia do coronavírus

O governo federal avalia a possibilidade de prorrogar o auxílio emergencial de R$ 600,00 pago a trabalhadores informais, desempregados e microempreendedores individuais (MEIs).

A equipe econômica do Ministério da Economia estuda a condição e os impactos de uma extensão. Isso porque, o benefício já contemplou aproximadamente 65,3 milhões de pessoas e tem um custo mensal de R$ 50 bilhões aos cofres públicos por pagamento de parcela.

Lideranças parlamentares disseram ao governo que, enquanto não houver a definição sobre o novo programa de renda mínima que vai substituir o auxílio emergencial, o pagamento terá de continuar a ser pago pelo governo. Caso contrário, a tendência é que o próprio Congresso aprove um projeto prorrogando até o fim de 2020 a ajuda.

O benefício foi criado em abril deste ano para ajudar trabalhadores que perderam a renda durante a pandemia do novo coronavírus e deveria durar três parcelas. Entretanto, o ministro da Economia, Paulo Guedes, teve que estender por mais duas parcelas em virtude do prolongamento das medidas de isolamento social.

Contém informações da/o Gazeta do Povo.
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