Equipe do governo quer cortar verba de Ministérios
Decisão beneficiará financiamento para continuidade de obras

O governo de Jair Bolsonaro está focado em cortar despesas da Educação, da Agricultura, e de programas sociais que atendem crianças de até três anos, a fim de alavancar o Plano Pró-Brasil de investimentos públicos e outros projetos do Congresso Nacional. O presidente tem percorrido o Brasil, inaugurando obras e, por meio disso, tentando alavancar sua popularidade.

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O maior corte previsto poderá ocorrer no Ministério da Educação no montante de R$ 1,57 bilhão, em que provavelmente afetará cerca de 80% das ações na educação básica. Os Ministérios da Defesa e da Agricultura poderão perder, respectivamente, os valores de R$ 430 milhões e R$ 250 milhões.

Os maiores beneficiados serão os Ministérios do Desenvolvimento Regional (MDR) e da Infraestrutura que receberão R$ 1,6 bilhão e o Congresso R$ 3,3 bilhões. O investimento será aplicado na continuidade de obras e outras questões das pastas, mas é necessário respeitar o teto de gastos, uma vez que a verba não está direcionada à Covid-19.

A decisão do corte foi tomada em reunião da Junta de Execução Orçamentária (JEO). No entanto, a JEO poderá rever o valor em uma nova reunião, visto que recebeu muitos pedidos de reconsideração dos órgãos afetados. Porém, ao mesmo tempo, tem recebido críticas daqueles que serão beneficiados quanto à demora. Antes de o projeto ser enviado ao Congresso, algumas questões serão ajustadas.

Contém informações da/o Estadão.
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