Arthur do Val e Rubinho Nunes acionam Justiça contra Bruno Covas
Em plena pandemia e austeridade fiscal, o prefeito de São Paulo fechou um contrato milionário para a produção de material audiovisual

Nesta semana, o deputado estadual Arthur Moledo do Val (Patriota-SP), conhecido como MamãeFalei, e o advogado Rubinho Nunes, do Movimento Brasil Livre (MBL), acionaram a Justiça de São Paulo para que seja suspenso um contrato de R$ 10 milhões que o prefeito da capital paulista, Bruno Covas (PSDB), sacramentou com uma produtora para a realização de "registro audiovisual de eventos da Prefeitura de SP" em plena pandemia.

"Não é razoável que, em tempos de austeridade, a prefeitura destine polpuda verba para produções cinematográficas em favor do prefeito", diz a ação.

A prefeitura afirma que a aquisição de serviços dessa natureza é feita desde 2005 em diversos níveis da administração pública e que a duração do contrato é posterior ao período eleitoral, encerrando-se no segundo semestre de 2021. "A previsão de uso não ultrapassa R$ 500 mil até o fim deste ano", justificou o Executivo municipal.

"O gasto é completamente descabido. Não possui outra finalidade que não enaltecer as pífias realizações do Covas para criar a falsa sensação de trabalho e beneficia-lo no período eleitoral. Há notória ilicitude na contratação. O processo é medida urgente para frear essa prática abusiva. O que me espanta é o silêncio tá Câmara Municipal diante de tamanha afronta", disse Rubinho Nunes

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