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Rede de água andreense é antiga e requer 700 mi em investimentos afirma Paulinho

Prefeito da cidade reconhece que rede de distribuição de água na cidade é precária e gera desperdício.

08/04/2019 11h55

Prefeito da cidade reconhece que rede de distribuição de água na cidade é precária e gera desperdício.

O problema que atinge a SEMASA, autarquia municipal andreense, tanto na parte financeira onde possui dívida com a SABESP, empresa de economia mista, na ordem de R$ 3,4 bilhões, como na parte de sua própria estrutura sucateada, esta sendo analisado entre o Poder Municipal, Semasa e a credora Sabesp.

Há uma carta de intenções firmadas entre o Paço e a Sabesp para buscar sanar tal situação caótica. Vale lembrar que Santo André sofreu uma grande crise de abastecimento de água durante o Último verão.

As alternativas estão sendo avaliadas, mas premissas como manter os 1000 servidores que hoje estão empregados na Semasa e também exigências como a troca da tubulação de distribuição de água na cidade, que segundo Paulinho ficaria em torno de 700 milhões de reais, estão na lista das negociações.

O MBL de Santo André, faz campanha pela privatização da empresa de saneamento da cidade, a SEMASA. Tese já defendida pelo grupo na audiência publica convocada pelo legislativo para debater o tema. Segundo o movimento a concessão dos serviços à iniciativa privada irá garantir eficiência na contraprestação ao munícipe que jamais pode ficar refém de organizações públicas que por natureza são engessadas e ineficientes, além de servir de cabide de empregos.

Ainda sobre a precariedade da SEMASA, Paulo Serra admite perda aproximada de 42% dá agua que deveria chegar às torneiras de cada residência na cidade. Claramente evidenciando a ineficiência da gestão pública municipal.