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Mirando privatizações, Zema inicia plano de ajuste fiscal em MG

Proposta para privatizar a estatal que explora nióbio em Minas é enviada à ALMG

09/10/2019 19h27

Um projeto que permite acabar com parcelamento de salário dos servidores foi enviado à ALMG hoje (09/10), esse projeto é a primeira parte – de três – de um plano de ajuste fiscal para Minas Gerais planejado pelo Governador Romeu Zema (NOVO), que lembra que herdou das gestões anteriores, de governadores petistas e tucanos, uma dívida de mais de R$ 108 bilhões acumulados e passivos.

“O ritmo de aprovação será dos parlamentares”, diz Zema, sobre a “calma” mostrada pelo governo estadual ao enviar o projeto sem pedido de urgência e a menos de três meses do encerramento do ano legislativo.

Ao ser questionado sobre o fatiamento do plano, o governador justifica dizendo que assim teria mais chance de êxito de ter os projetos aprovados na Assembleia Legistativa de MG, negando assim, que a repartição do plano tenha sido uma imposição dos deputados estaduais.

Privatizações pela frente?

Outros dois projetos de lei enviados à casa legislativa: Os dois são pedidos de autorização: um para que o estado possa aderir ao regime de recuperação fiscal e outro para vender a estatal mineira Codemig, que tem o direito de exploração do nióbio em Araxáé uma das três para as quais diagnóstico do Tesouro Nacional exige a privatização no estado. As outras duas são CEMIG e COPASA, que cuidam, respectivamente da energia e da água do povo mineiro, que dependem além da aprovação do Legislativo de um referendo popular. Agora, qual desses obstáculos será o maior para que Zema consiga esse feito, o tempo dirá.

Fontes: Estado de Minas e Folha.

Acadêmico de Direito, Professor de Inglês, Espanhol e TI e membro do MBL-BH.