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Reforma da Previdência: veja como votaram os senadores do DF no primeiro turno

Após apuração dos destaques, expectativa é que segundo turno ocorra até o dia 15.

04/10/2019 09h10 - Por Paulo Rocha

Nesta última terça-feira (1º), o Senado Federal teve um dia mais do que importante. Em um único dia, a Reforma da Previdência foi aprovada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) no Senado. Com um parecer amplamente favorável, um parecer sobre o texto da reforma foi votado na manhã de terça, por 17 votos a 9, o texto acabou, por fim, sendo aprovado e pode prosseguir sua tramitação até à espera sanção do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Após sua aprovação, houve expectativa de votação ainda no mesmo dia. Até ser colocado em pauta pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Antes da votação, foi apreciado um tempo de discurso para cada senador para que houvesse uma discussão sobre a reforma e pontos para ser analisado. Depois de 4 longas horas, a votação pôde acontecer sem nenhuma obstrução. Por 56 a 19, a PEC foi aprovada em primeiro turno. Agora, há a expectativa que o segundo turno ocorra até o dia 15 deste mês.

No âmbito do DF, dos 3 senadores, 2 votaram SIM pela PEC e 1 optou pelo NÃO. São eles:

  • Leila Barros (PSB) – NÃO
  • Izalci Lucas (PSDB) – SIM
  • Reguffe (PODEMOS) – SIM


Agora é esperar pelo segundo turno. Aguardemos.

O que muda com a reforma da Previdência?

Veja algumas mudanças previstas pela reforma da Previdência:

  • Idade mínima para se aposentar: 62 anos para mulheres e 65 anos para homens;
  • Tempo mínimo de contribuição: 15 anos para mulheres e homens (20 anos para homens que começarem a trabalhar depois que a reforma começar a valer);
  • Nova fórmula de calcular o valor da aposentadoria: mulheres terão que contribuir por 35 anos para conseguir 100%; homens, por 40 anos;
  • Servidores públicos: mulheres podem se aposentar aos 62 anos e homens aos 65 anos. Ambos precisam cumprir 25 anos de contribuição, 10 anos no serviço público e 5 anos no mesmo cargo;
  • Transição: quem está no mercado de trabalho pode entrar em uma das regras de transição;
  • Novo cálculo do valor da pensão por morte: 50% da aposentadoria para a viúva mais 10% por dependente (filho/a), mas não pode ser menor que um salário mínimo.


Fonte: G1 e Uol.