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Reforma da Previdência estadual de Goiás excluirá militares

Policiais militares e bombeiros ficarão sujeitos às regras Reforma Previdenciária Militar que tramita no Congresso Nacional. Em 2018, déficit para a os militares foi de 36,5%.

25/10/2019 13h40

Conforme registrado pelo MBL News, o governador Ronaldo Caiado (DEM) anunciou que enviaria a proposta estadual de reforma da Previdência de Goiás à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) até a próxima segunda-feira (28), incluindo também os municípios. Ele chegou a afirmar que sem uma reforma, Goiás não terá como quitar o pagamento de salários de servidores públicos e de aposentadorias. Porém o texto da proposta estadual não incluirá militares (policiais e bombeiros), uma vez que são abrangidos pela reforma federal para militares que está em tramitação no Congresso Nacional.

Segundo dados de dezembro de 2018 do Relatório de Avaliação Atuarial do Regime Próprio de Previdência dos Militares do Estado de Goiás, da GoiásPrev , há 7.160 militares inativos que tem, em média 59 anos e salário de R$ 11,5 mil. Nesse ano a receita previdenciária da categoria cobriu 63,50% da folha de pagamento de inativos e pensionistas, que  somou R$ 114,8 milhões, gerando um déficit de 36,5%, equivalente a R$ 41,9 milhões. Para 2019, a projeção é de déficit de R$ 510 milhões da Previdência dos militares, que corresponde a 17,58% dos R$ 2,9 bilhões previstos do déficit estadual.

Projeção para reservistas militares no estado de Goiás em 10 anos

Está em tramitação no Congresso Nacional o Projeto de lei 1645/2019, denominado Previdência dos Militares, cujo texto-base foi aprovado na Câmara dos Deputados na última terça-feira (23).  Entre as mudanças está a ampliação de 30 para 35 anos do tempo de serviço mínimo para os futuros militares.

Química Industrial, Tatuadora, Desenhista, Cristã Reformada e aspirante a Teóloga.