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Manifestantes causam novas confusões em segundo ato contra o aumento da tarifa de transporte

Ato gera novos confrontos com a Polícia Militar

10/01/2020 16h09 - Por Antonio Glenio

Foto: G1

Nesta quinta-feira (9) manifestantes ligados ao Movimento Passe Livre (MPL), realizaram um segundo ato contra o aumento da tarifa do transporte público na capital paulista. Os organizadores da manifestação nas redes sociais defendiam que o valor da passagem fosse reduzido, e que o aumento foi tratado como algo pequeno por parte dos governantes.

Na última terça-feira (7) os manifestantes realizaram o primeiro ato, e houve confronto com a Polícia Militar. A tensão entre os policiais e manifestantes aumentou quando decidiram tentar pular a catraca do metrô para não pagar a tarifa, com isso, a confusão se intensificou. Foi necessário por parte da Polícia Militar o uso de bombas de gás lacrimogêneo e sprays de pimenta para tentar dispersar os manifestantes que quebraram vidros da estação

Assim como no primeiro ato, o segundo também houve conflito com a polícia, a confusão ocorreu na estação República. Entre às 19h00, os manifestantes pararam no ponto final da passeata, que era a praça da República, a estação da República foi totalmente bloqueada pelos policias afim de impedir que os manifestantes conseguissem entrar no metrô sem pagar a tarifa.

Próximo das 20h00 os manifestantes se dirigiram aos policias que reagiram empurrando os manifestantes. Devido a isso, os manifestantes passaram a atirar objetos contra os policiais que precisaram reagir com bombas de efeito moral para tentar dispersar a multidão, e no meio do conflito, a Polícia Militar deteve dois manifestantes.

Todo ano, somos “obrigados” a tolerar essas pessoas depredarem patrimônio público, causando caos e prejuízos a cidade. Enquanto eles dizem defender uma causa dos trabalhadores, acabam sempre trazendo transtorno para quem usa o transporte público todos os dias para ir ou voltar do trabalho. E como já dito aqui, os manifestantes erram e persistem no erro com sua pauta absurda, que se implementada, aumentaria a carga tributária, e ainda utilizam uma forma autoritária de fazer a manifestação, no qual demonstram um total desprezo pela lei e pelo patrimônio público que vários paulistanos necessitam todos os dias.

Revisores: Cynthia Capucho.

Fonte: G1