Internacional » Minas Gerais
Justin Trudeau, primeiro-ministro canadense, negando a tese de problemas técnicos, reforça que há evidências fortes de que a queda do avião ucraniano se deu por conta de mísseis iranianos

Em pronunciamento oficial, primeiro-ministro canadense mostra preocupação com a morte de 63 canadenses devido à queda do Boeing 737-800 em solo iraniano nessa quarta-feira.

09/01/2020 17h35

Um avião que levava 176 pessoas a bordo caiu na manhã dessa quarta-feira, dia 8 de janeiro, no Irã. O Boeing 737-800 pertence a uma companhia ucraniana e havia decolado do aeroporto de Teerã com destino à Kiev, na Ucrânia.
Inicialmente, o motivo informado da queda teriam sido problemas mecânicos no avião. Contudo, a imprensa americana afirma que as autoridades dos EUA, incluindo o presidente Trump, acreditam que há grande possibilidade de o avião ucraniano ter sido abatido por mísseis do Irã. Trump afirmou em declaração na Casa Branca que o envio de mísseis a um avião comercial pode ter sido devido a algum “erro” do Irã.
Dentre os 176 mortos pela queda do avião, 63 eram canadenses. Dessa forma, nessa quinta-feira, o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, em um comunicado oficial transmitido em canais de TV canadense, reforçou que há evidências fortes de que a queda do avião ucraniano foi por conta de mísseis iranianos.
Até o presente momento, autoridades iranianas afirmam que a tese de que o avião teria sido atingido por mísseis é inconcebível. “Cientificamente, é impossível que um míssil tenha atingido o avião ucraniano, e esses rumores não têm lógica”, de acordo com a agência estatal iraniana Isna.
Por Cecilia Barbosa de Lacerda

Estudante de direito, jogador de futebol quando a dor nas costas permite e um liberal radical