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Dengue, febre amarela, zika e chikungunya deixam DF em situação de emergência

O governador do Distrito Federal, nesta sexta-feira (24), decretou situação de emergência na saúde por 180 dias

28/01/2020 17h14 - Por Lauro Moscareli

Decreto teve base nos riscos de doenças disseminadas pelo mosquito Aedes Aegypti, tais como a dengue, a febre amarela e os vírus da zika e da chikungunya. Além disso, a medida também é justificada pela alteração do padrão de ocorrência de microcefalias.

A decisão permite o governo local a adotar medidas administrativas para conter o avanço das doenças como a compra de insumos e materiais, a contratação de serviços necessários ao atendimento da emergência e também permite a contratação de pessoas para trabalharem no combate ao mosquito. O GDF prevê contratar 2,6 mil profissionais para o combate ao mosquito.

A Secretaria de Saúde ficará incumbida de instituir diretrizes gerais para executar medidas com vistas a decisões indicadas pelo decreto.

De acordo com informações da Subsecretaria da Vigilância à Saúde, em 2019, 62 pessoas morreram em consequência da dengue, ocorrendo um aumento de 3.000% se comparado ao número de óbitos provenientes da dengue em 2018.

Os casos confirmados do zika vírus aumentaram 320% em 2019. A febre chikungunya matou uma pessoa no passado. Entretanto a febre amarela não teve nenhum caso confirmado ano passado.

Confira abaixo o decreto:

Fonte: G1.


Fontes: Metrópoles, Portal Ebc, G1.