Minas Gerais
Bilac deixa a Secretaria do Governo Zema

Ontem(11/03/2020), após a matéria publicada pelo MBL NEWS(clique aqui) sobre o possível veto do reajuste salarial para

12/03/2020 17h14 - Por Henrique Assunção de Carvalho

Ontem(11/03/2020), após a matéria publicada pelo MBL NEWS(clique aqui) sobre o possível veto do reajuste salarial para todas as áreas do funcionalismo público, com exceção da que compõe a Segurança Pública, Bilac Pinto, até então Secretário de Governo de Minas Gerais, deixou o cargo.


Bilac permaneceu sete meses como Secretário e saiu em um momento delicado da gestão Zema em Minas Gerais.


Segue a nota, publicada ontem pelo Ex-Secretário, que confirmou sua saída, já especulada pela mídia:


”Com a certeza de ter dado minha modesta contribuição ao governo de nossa Minas Gerais deixo hoje o honroso cargo de Secretário de Governo. Agradeço ao Governador Romeu Zema e ao Vice-Governador Paulo Brant a oportunidade e confiança em mim depositadas.


Não poderia deixar de agradecer ao Senador Rodrigo Pacheco e aos deputados estaduais mineiros em nome dos líderes governistas Luiz Humberto Carneiro e Gustavo Valadares, dos líderes de bloco, Sávio Souza Cruz, Cássio Soares e André Quintão pela convivência fraterna na busca das melhores soluções para os graves problemas que enfrentamos. Agradeço também à bancada federal mineira em nome do líder Diego Andrade. 
Agradeço especialmente ao Presidente Agostinho Patrus pela compreensão do grave momento político que atravessamos.


Mesmo entendendo as razões do veto parcial do governador à sua proposta de recomposição salarial das forças de segurança que ajudei a negociar, isto me tirou as condições de, diante do atual cenário político, continuar a conduzir as negociações com o parlamento estadual.


Desejo ao Governador e toda sua dedicada equipe muito sucesso no desafio de recolocar Minas Gerais de volta nos trilhos do desenvolvimento e da prestação de serviços públicos de qualidade que sua população exige e merece.  Estarei – como sempre estive – à disposição do Governo de Minas e do povo mineiro na Câmara dos Deputados.”

Fonte: O Tempo