São Paulo
Após 104 casos a cidade de Sorocaba decreta epidemia de dengue

Após mais de uma centena de casos confirmados a cidade de Sorocaba decretou epidemia de dengue. A Vigilância Epidemiológica da cidade justificou o momento epidêmico com dados, afirmando que em 2020 a cidade ultrapassou o limite da curva de tendências exponencialmente

07/02/2020 16h15 - Por João Braga

(Foto:saopaulo.sp.gov.br)


A prefeitura de Sorocaba decretou epidemia de dengue na cidade, pois foram confirmados 104 casos da doença, foram confirmados também dois casos de Chikungunya, mas ainda não há casos de febre amarela e Zika. Os lugares onde a concentração da doença é maior são o Jardim Rodrigo, Vila Hortência e Vila Simus.

A Vigilância Epidemiológica da cidade afirmou que o momento epidêmico foi decretado, pois Sorocaba está acima do limite da curva de tendência, quando a curva ultrapassa o limite superior de casos por quatro semanas consecutivas se considera momento epidêmico.

A prefeitura já iniciou os preparativos para o combate a epidemia e contará com o apoio de servidores públicos para conscientizar a população sobre a enfermidade, também haverá trabalhos técnicos como visitas da zoonoses de casa em casa, para acabar com criadouros.

Solução.

A empresa Inovatech criou uma solução chamada “mosquitrap”, que é uma armadilha para os mosquitos especialmente para o gênero Aedes, ela tem um atrativo para as fêmeas dessa espécie, a promessa é de uma redução de 60% de risco de epidemia.

Após a captura há uma análise genética dos espécimes capturados em tempo real, o método utilizado para a coleta de dados é o PCR, está análise cria várias cópias de segmento específicos de DNA, o que permite fazer um diagnóstico para ver se há presença do vírus da dengue no mosquito.

São vários os benefícios como a rapidez nos resultados, certeza do tipo de contaminação e o teste identifica com exatidão o tipo de vírus propagado.

Aguardemos então as soluções da prefeitura, que mesmo com ideias inovadoras como essa da Inovatech prefere continuar a esperar a epidemia vir ao invés de fazer uma prevenção.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br