Kaique Dionísio
Um carioca genuíno em meio a tantos paulistas. Escrevo textos mais longos para o @midiainsurgere.
"Dois assassinos: o vírus e o governo!"
4 mil mortos diários é "sinal amarelo"; o sinal ficara vermelho quando forem 10 mil em 24h

Não se assustem. Não há espaço para frouxos e gente de coração mole. Estamos no filme "Corações de Ferro". Simples assim. Lugar de gente sentimental é no BBB.

O único sentimento tolerável nestes tempos é o ódio. É isso que quero de quem me lê - e são muitos para um colunista iniciante (70 mil num dia).

Não dá para ser "mais ou minion". Não dá para ter um discurso broxante. Como disseram quando entrei no movimento, "devemos escrever como se estivéssemos discursando na paulista!".

Ontem foram 4 mil mortos; hoje, 3.733. "Acabou, porra!", disse Bolsonaro e hoje repito.

Como disse o Senador Alessandro Vieira no plenário do Senado, "temos dois assassinos à solta: o vírus e o governo."

E temos também os cúmplices. Abaixo um trecho de uma matéria escrita por mim ontem:

O Brasil passa de 4 mil mortos em 24h. E tem gente CANALHA como os presidentes da Câmara e Senado que dizem não ser a hora de encontrar um culpado pelos erros. Vocês também são! Pacheco diz não ser a hora de instalar a CPI da Covid; Lira diz não ser a hora de impeachment.

Um desafio aos "garantidores da estabilidade": experimentem repetir para as famílias enlutadas as besteiras que vossas excelências plantam na imprensa. Mas é preciso dizer sem seguranças armados. Devem dizer de cara limpa. Não teriam coragem. São todos uns covardes.

É simples e cristalino assim. A omissão, atraso e descaso com os milhares de mortos diários gera superlotação em cemitérios e crematórios. O cenário é de história de terror.

Abaixo a fala ipsis litteris do senador:

O adiamento do debate com relação a quebra de patentes -, que tem sua dose de prudência para que se tenha um lastro técnico maior, significa que vamos esperar algo como 30 mil mortes a mais para tratar do tema”, criticou o parlamentar.

“Temos dois assassinos a solta no Brasil, livremente: o vírus, e um governo que não tem capacidade e humildade de fazer uma política pública de enfrentamento. São dois assassinos: o vírus e o governo.”

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