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O socialismo é a ideologia mais mortal da história

“A solene promessa de abster-se de dizer a verdade chamava-se realismo socialista”, Alexander Soljenítsin

06/02/2020 14h49

“A solene promessa de abster-se de dizer a verdade chamava-se realismo socialista”, Alexander Soljenítsin.

História, quem precisa da História?

Hoje podemos afirmar que o novo barbarismo de nossa sociedade é como a esquerda está tentando apagar a história de maneira desavergonhada.

Embora a revolução soviética tenha sido simplesmente a maior fraude intelectual e moral do século XX, estamos perdendo a memória deste trágico legado.

Qualquer cidadão atualmente com menos de 30 anos tem um leve conhecimento desta tragédia chamada socialismo. Todo mundo conhece o número “seis milhões”.

Mas é inexplicável como aceitamos um duplo padrão da história de forma imperdoável.

Ensinamos aos nossos filhos os crimes do nazismo como uma imensa lição histórica e moral.

Mas no caso do socialismo, ao invés de um cenário de lágrimas, exibimos uma geleira de indiferença.

Felizmente algumas instituições sérias mantém a verdade à tona nos dias de hoje. É o caso da Universidade do Havaí.

Aqui, o professor Rudolph Rummel, um demógrafo perito em contabilizar todos os homicídios em massa causados por governos, fez um trabalho notável.

No seu livro “Death by Government” (Morte pelo Governo), junto com uma equipe, ele indicou que desde os tempos em que os humanos mantiveram registros, em 4000 aC, até o final do século XIX, cerca de 133 milhões de pessoas foram mortas em todo o mundo.

Mas em um século, o século XX sozinho, 207,5 milhões de pessoas foram mortas, bem além de todas as pessoas mortas em todos os séculos anteriores juntos.

Mas o número realmente impressionante é este: 169 milhões de pessoas foram mortas por seus próprios governos.

Vou repetir. Essas pessoas que morreram eram cidadãos comuns, não soldados combatendo outros soldados em guerras.

Foram 169 milhões de vítimas de regimes totalitários que mataram sistematicamente seu próprio povo.

De 1949 a 1976, o regime comunista de Mao Tse Tung na China foi responsável pela morte de 78 milhões de seus próprios cidadãos.

Na União Soviética o socialismo dizimou 62 milhões de vidas. E segue uma lista macabra de vidas perdidas nas mãos de regimes totalitários.

Ronald Reagan dizia que o problema do socialismo é “educação, educação, educação”.  A sociedade de hoje simplesmente não é ensinada dos letais perigos e danos do socialismo.

Podemos dizer com segurança que o número de mortos do socialismo é o dobro do número de mortos combinados da Primeira e da Segunda Guerra Mundial.

E, para não esquecer, a maioria absoluta destas mortes não foi causada na guerra, mas pelos próprios governos com o seu modelo econômico falido forçando sociedades inteiras a uma escravidão implacável.

Não tenha dúvidas, o socialismo é a ideologia mais mortal da história humana.

Basta olhar para os números.

Antônio Cabrera Mano Filho é um veterinário e político brasileiro. Antônio foi ministro da Agricultura no governo Fernando Collor, entre 3 de abril de 1990 a 2 de outubro de 1992.