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Não existe raça, etnia ou religião para o livre mercado

Os índios do Havaí são livres perante ao mercado

28/01/2020 09h07

Vá à Bolsa de Valores de Londres … e você verá que os representantes de todas as nações se reúnem ali para tratar dos seus interesses. Ali, judeus, muçulmanos e cristãos lidam uns com os outros como se fossem todos da mesma fé –. Lá, o Presbiteriano confia no Anabatista e o Anglicano aceita uma promessa do Quaker… todo mundo está feliz.
Voltaire

Fui jantar ontem no Havaí no Hard Rock Café e não deixei de relembrar a questão indígena no Brasil.
Você pode até não gostar do livre mercado, você pode até não ser bom no mercado, mas saiba que o mercado é bom para você ou para qualquer tipo de pessoa, até mesmo aquelas que as vezes sofrem alguma discriminação.
Os Seminoles nos EUA são testemunhas vivas disto.

Seu portfólio indica que operam em mais de 70 países e nos mais diferentes ramos de negócios.

O mercado não é uma resposta simplicista ou aleatória para os problemas que enfrentamos no dia a dia.
Reconstruir comunidades afetadas por acidentes, levantar estradas ou pontes, fornecer comida ou educação, como tantas outras necessidades será muito mais bem atendido e com muita mais eficiência pelo mercado do que pela centralização dos burocratas.
O livre mercado dá vida às pessoas.
O livre mercado dá oportunidades a diferentes segmentos da sociedade que de outra maneira não teriam acesso.
O Seminoles são um exemplo da mobilidade social proporcionada pelo mercado, onde índios que tem acesso ao mercado se tornam grandes empreendedores.
Isto demonstra que a mais preciosa de todas as riquezas deste mundo é a Liberdade, algo que os Seminoles já conquistaram ao contrário dos indígenas brasileiros.
Que os Seminoles sejam exemplos aos nossos indígenas.

Antônio Cabrera Mano Filho é um veterinário e político brasileiro. Antônio foi ministro da Agricultura no governo Fernando Collor, entre 3 de abril de 1990 a 2 de outubro de 1992.