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Congresso Nacional
A vergonha continua – Sem precedentes

Vergonha épica! Foram 82 cédulas de votação assinadas pelos representantes da mesa e avaliadas pelos escrutinadores para 81 votantes.

02/02/2019 16h29

Quando se pensava que o ridículo teria atingido seu limite, os doutos senadores passam uma vergonha épica! Foram 82 cédulas de votação assinadas pelos representantes da mesa e avaliadas pelos escrutinadores para 81 votantes. O presidente da sessão se mostra com total e absoluta incapacidade de conduzir a mesma! A vergonha maior é verificar que a malandragem brasileira não tem limite ou lugar! Um senador da república, eleito pelo voto direto, sabendo da importância da lisura eleitoral (dependendo do caso não) vai ao puxadinho e manda dois votos!

Claro que os componentes opositores, de um lado ou de outro, descobririam! É um crime tão pífio, uma lesão tão baixa, uma verdadeira chacota com o cidadão brasileiro. A partir da verificação deste crime, pois se trata disso, começa o “fogo no parquinho II”. Não bastasse a vergonha avassaladora de ontem (01/02), um, ou mais, agente do estado eleito via voto apregoa uma paralisia no processo. Sem análise de qualquer tese no que tange a esta cantilena baixa o custo político ao Senado é alto! O que se dirá agora? O fato é: incapacidade de realizar uma eleição com 81 participantes. Vale tudo para ganhar um voto. Se fosse voto em urna eletrônica ter-se-ia a mesma lisura? É loucura ou insanidade pensar que existe um poder oculto?

O único fato digno que restaurou o poder do Senado e ridicularizou a decisão pífia e inconstitucional de Toffoli foi a demonstração do voto. Mesmo mostrando e declarando se tem essas artimanhas. O acompanhamento do Senado no dia de hoje (02/02) é similar, se não igual, a uma estruturação de agremiação estudantil de ensino médio!

Segundo a senador Simone Tebet (MDB), os votos foram direcionados a Renan Calheiros (MDB). Coincidência?

Vergonha nacional.

Administrador, Jornalista, Professor e Pesquisador. Graduado em Administração e Comércio Exterior. Pós-graduado em Direito, Docência e Gestão Pública. Mestre em Economia pela UnB.