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Personal trainer, cota feminina no MBL, formadora de opinião dos meus cachorros e, nas horas vagas, lavo louça.
O Rei Leão na visão de um esquerdista

O Rei Leão ganha critica no jornal americano The Washington Post que mais lembra um discurso de militante do Psol.

22/07/2019 19h02

Semana passada foi um grande marco para os fãs do desenho “O Rei Leão”. As crianças adultas de
todo o mundo receberam um presente de comemoração das bodas de prata da saudade: um remake
com uma cara mais realista dos personagens, porém bastante fiel a trama original. Sucesso para
ninguém botar defeito. Ou quase ninguém.
As críticas lunáticas feitas pelos militantes travestidos na grande mídia são conhecidas por todos com
o mínimo de bom senso por aqui e, claro, não poderia ser diferente na Terra do Tio Sam. O renomado
jornal americano, The Washington Post, publicou um texto de Dan Hassler Forest cujo o título é, em
tradução literal, “O Rei Leão é uma história fascista. Nenhum remake pode mudar isso”. Exatamente.
Você não leu errado. Agora estão tentando nos convencer de que aquele filme da infância que te
ensinou a importância da família, da amizade, que para muitos (eu, inclusive) foi o primeiro contato
com algo tão dolorido como a morte, cheio de músicas chiclete, aquele mesmo que fez sua mãe ficar
maluca de tanto escutar os gritos de “Nants Ingonyama Bagithi Baba” (aprendi a cantar depois de
adulta, diga-se de passagem) é fascista. Vamos aos pontos do autor para sustentar sua tese…
Já de cara, Dan diz o obvio trazido pela observação mais infantil da natureza: animais mais fortes se
sobressaem sobre os mais fracos. Chove no molhado abrilhantando o básico da cadeia alimentar. Qual
a novidade, então? Tenta-se colar a narrativa de que tudo não passa de uma alegoria para descrever
estruturas de poder presentes na sociedade. Sendo assim, parafraseando novamente o autor,
herbívoros caçados no cenário africano não o são porque “são mais fracos, vulneráveis, e
fundamentalmente inferiores”. Deixem a biologia evolucionista de lado e pensem na história maléfica
contada nas entrelinhas. O Rei Leão é um clássico Disney que mostra a obsessão da produtora com
sistemas monárquicos patriarcais. Mas calma, a piração não para por aí.
Além de tentar manchar a história de amor e respeito entre Mufasa e Sarabi, mãe e pai de Simba, com
a depreciação do papel da mulher na família, o autor transparece seu espirito ideológico de esquerda
mais uma vez ao traçar um paralelo entre a forma orgulhosa com a qual o velho leão ensina as
dimensões de seu reino para seu herdeiro e, acreditem, a forma com que Trump se porta em público.
Pois é, até o Orange man entrou nessa!
Ainda achando pouco? As hienas não são mais animais que se alimentam de carcaças, tem um
comportamento agressivo e por isso costumam não ser as mais queridas das Savanas, viu?! Agora elas
representam uma classe negra oprimida, com sotaques de ruas e que, portanto, demonstram o racismo
instaurado quase que por obrigação. Pobres hienas! Se ao menos pudessem governar à sua maneira
mostrariam de uma forma revolucionaria como se faz. Como se faz para passar fome! E até isso o cara
consegue romantizar. A fome. A culpa não é da falta de equilíbrio ao forçar algo não natural, como
por exemplo colocar seres semianalfabetos no poder (te lembra uma certa história de moluscos?). A
culpa do egoísmo e inveja de Scar nem passam perto de ser dele, afinal é apenas um ‘misfit lion’ (mais
uma vez te lembra uma certa historinha de vítimas da sociedade que contam por aí?).
Forest não se contenta em agraciar-nos com sua crítica nada ideológica à apenas um clássico. “A Bela
Adormecida” também é citada como conto sexista e com conteúdo de abuso sexual, “Aladdin” passa
apresentar cenas Islamfobicas (sim, inventaram mais uma fobia) e “A Bela e a Fera” é pouco
simpática à comunidade LGBT, visto que só apresenta um “pequenino” personagem gay. Chatice
pura, não é mesmo? Sempre o mesmo modus operandi: cortina de fumaça para mascarar que os
verdadeiros problemas e fingir bondade enquanto espalha discórdia e cria espantalhos. Típico dos
canhotos, em qualquer lugar do mundo.

Para fechar, o gran finale preferido dos Democratas Americanos e Esquerda Brasileira: “admiramos o
trabalho da companhia”. Hipocrisia pura. Quase DEZ parágrafos depois de muitas alfinetadas, vem a
crise de consciência e o singelo agradecimento pela suposta representação de minorias. Seguido de
mais uma crítica/cobrança. “Não é o suficiente. “afirma. Acredito que para pessoas como Dan, nunca
será. Afinal, para pessoas que conseguem desvirtuar uma arte tão pura chamando-a de autoritária e
antidemocrata o pum do Pumpa nuca será apenas um pum. Daqui a pouco vão problematizar até o
pum do javali. Mundo chato esse em que breve não poderemos nem flatular a vontade.