Bacharel em Jornalismo e Direito, Policial Civil, Coordenador Nacional do Movimento Policiais Liberais, Assessor Parlamentar, escritor deste blog, Soldado de D'us e do Movimento Brasil Livre
O povo que deve ser defendido

Existe um povo que há mais de 3 mil anos é vítima de sucessivas perseguições, escravidões, espoliações, assassinatos e expulsões.

02/03/2020 16h24

Esse povo foi quem deu origem aos princípios básicos de civilidade e afastou a humanidade da barbárie selvagem natural. Foi o povo que trouxe o não matarás, o não roubarás, o não adulterarás, o núcleo familiar, a honra aos pais, o respeito a propriedade e a valorização do trabalho honesto. Até mesmo em tempos em que ter servos era natural, foram eles que determinaram o bom trato a esses. Foram eles que através de seus rituais religiosos, ensinaram atitudes básicas de higiene e asseio, promovendo assim, uma maior expectativa de vida. Não poderia existir civilização avançada sem os valores e princípios desse povo.  

Sobreviveram aos Filisteus, Egípcios, Babilônios, Persas, Gregos, Romanos, Otomanos, Nazistas e Soviéticos. Todos esses já não existem mais, mas eles seguem firmes em sua missão, que é o de aprimorar o mundo. Você duvida?

Todos os anos, eles ganham ao menos um prêmio Nobel. Possuem cerca de 25% dos prêmios Nobel da história. Sendo um grupo que não passa de 0,2% da população mundial, já passam de 170 prêmios Nobel.

Incontáveis são as personalidades desse povo que criaram coisas que mudaram o mundo para melhor. Claro que há os poucos que trouxeram e defenderam ideias ruins, como Karl Marx, Lenin, George Soros e Bernie Sanders, por exemplo. Mas o que seria da glória do bem, sem a existência do mal? Até para termos esses parâmetros, eles foram importantes.  

Se por um lado eles nos deram Karl Marx, por outro também nos deram expoentes sublimes da economia como Davi Ricardo (inventor da teoria da vantagem comparativa), Paul Samuelson, John Von Neumann (inventor da teoria dos jogos), Robert Aumann, Milton Friedman, Ludwig Von Mises, dentre tantos outros. Se esse povo tem o número absurdo de 25% dos prêmios nobels, na economia esse número é ainda mais surpreendente. O primeiro prêmio nobel da economia foi o de 1969 e o último em 2019, totalizando 80 laureados, sendo destes, 30 eram ou são desse povo, ou seja, 37,5% dos nobels de economia foram para eles.

Se você é um investidor da bolsa, talvez use as teorias de Markowitz. Se você é diabético e faz uso de insulina, só está vivo graças a Karl Landsteiner. Se você já tomou aspirina, agradeça a Spiro. Se você já precisou da ajuda de um psicólogo, lembre-se de Sigmud Freud. Se você já foi vacinado contra a poliomielite, cólera ou tuberculose, agradeça aos inventores e descobridores desse povo. Foram eles que criaram a primeira câmera de vídeo ingerível que cabe no interior de um comprimido e é usada para observar o intestino fino por dentro, e ajuda no diagnóstico de câncer e outras doenças. Foram eles também que criaram a tecnologia de irrigação por gotejamento que transformou o deserto que eles vivem em uma terra verde e produtiva. A última foi a vacina contra o corona vírus, que eles desenvolveram.  

Se você está vestido com roupas costuradas, lembre-se de Isaac Singer e se está de jeans, uma das roupas mais populares do mundo, coloca na conta de Levi Strauss. Falando em roupas, não podemos esquecer de Calvin Klein, Ralph Lauren ou Donna Karan.

O inventor do microfone, usado por aqueles que gritam contra eles, foi Emil Berliner. Philip Reiss, é o cara por trás do aparelho de ouvir que serviu de base para os telefones.

Abraão Stern foi o idealizador da calculadora que te ajuda a fazer contas. Stern por sinal, é a família por trás da joalheria que todos conhecem e que tantos empregos e riquezas geraram por toda a história. Falando em joalheria, foram eles, os primeiros a adotarem o “processo Kimberly”, que é um padrão internacional que certifica os diamantes como oriundos de zonas livres de conflito.

Não acenda um palito de fósforo sem agradecer a Sansão Valobra, também pertencente a esse povo que também nos deu a filosofia de Durkheim, Spinoza e Strauss. Sem falar do escritor Kafka, do físico Albert Einstein e da jovem Anne Frank.

Os criadores do Google, Larry Page e Sergey Brin também são desse povo, assim como o criador da Marvel Comics e quase todos seus personagens, foram Max Fleischer, Stan Lee e Jerry Siegel. Se você não gosta deles, saia do facebook e do instagram, pois Mark Zuckberg é um deles. Se oriente, mas sem usar o Waze, pois também é um app criado por eles. O app Moovit que controla os itinerários dos ônibus em diversos países também é deles. No meio do deserto, possuem um complexo industrial que põe seu território em disputa direta com a cidade chinesa de Shenzhen pelo posto de segundo maior polo de inovação do mundo. Lá proliferam companhias de ponta que fazem de um pequeno país, menor do que o Estado de Sergipe, uma das maiores potências tecnológicas do planeta com 8.400 empresas e a cada ano outras mil surgem. O RSA, padrão de chaves criptográficas utilizado no mundo todo também é criação desse povo. Lembram do ICQ? Pois é!

Quando você comprar uma pilha Energizer, lembre-se que foi criação de um membro desse povo, Joshua Lionel.

A primeira empresa a desenvolver e instalar uma fábrica que trabalha só com energia solar para produção de eletricidade em grandes quantidades no deserto de Mojave na Califórnia é de um deles. O USB e o Pen Drive que você usa, também foram criações deles, além da Homebiogas que transforma lixo orgânico em gás de cozinha e biofertilizantes.

Quem conhece o mundo dos vídeo-games, conhece a Sega, que é de David Rosen. E quem nunca saboreou um delicioso sorvete Haagen-Daaz ou um belo Donuts?

Se você é mulher e usa maquiagem, lembre-se de Esthee Lauder e Helena Rubinstein e quando era garota e brincou de Barbie, lembre-se de sua criadora, Ruth Handler.

No campo da música temos os maestros Leonard Bernstein ou Daniel Baremboim, bem como o vocalista e baixista da banda Kiss, Gene Simmons, Slash do Guns n Roses, Geddy Lee do Rush, Simon and Garfunkel e tantos outros.

Se você não gosta deles, nada de assistir os filmes da MGM, Warner Bros, o Canal Fox, Universal Studios ou a Columbia Pictures, nem os filmes de Steven Spielberg, Harrison Ford, Paul Newman, Kirk Douglas, Jessica Parker, Dustin Hoffman, Barbara Streisand, Woody Allen ou Gal Gadot e outros tantos. Quem não passou um final de semana assistindo Silvio Santos ou Luciano Huck?

Por fim, o mais conhecido membro desse povo, seguido por bilhões de pessoas, sem entrar no mérito ou em debate religioso, mas Jesus Cristo também era desse povo e nunca renunciou sua condição.

Sim, estou falando deles, OS JUDEUS.

ISRAEL, A ÚNICA DEMOCRACIA DA REGIÃO

Israel é a única DEMOCRACIA que existe em todo o Oriente Médio. Todos os países ao redor são ditaduras, ou teocracias islâmicas. Só em Israel existem eleições livres, e um parlamento onde coexistem árabes e judeus.

Israel é a única nação livre, democrática, republicana, plural, que promove as liberdades individuais, a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, liberdade de imprensa, igualdade entre homens e mulheres. A parada gay em Israel, por exemplo, é uma das maiores do mundo.

Um dos juízes da suprema corte israelense é o árabe cristão Salim Joubran. Os principais partidos políticos da minoria árabe que tem cidadania reconhecida no Estado de Israel são o Hadash, o Balad e a Lista Árabe Unida (também conhecida como Ra’am), que é uma coligação que reúne beduínos (antes organizados no Partido Nacional Democrata Árabe) e o Movimento Islâmico em Israel, e que, em 2013, participou das eleições coligada com o Ta’al. Nada parecido é visto nos países árabes.

Segundo a Instituição de Pesquisas da Democracia Israelense, atualmente, no Parlamento Israelense, 17 parlamentares não são judeus, 11 são muçulmanos, 5 drusos, 2 cristãos, 29 mulheres, 1 imigrante etíope, 2 LGBTs, sendo que inclusive o Ministro da Justiça de Israel é gay e tem filhos com seu companheiro.

Israel tem quase dois milhões de cidadãos árabes, com todos os direitos da cidadania israelense e ainda possuem um privilégio que os israelenses judeus não possuem. Os árabes israelenses podem optar por servir ou não no exército, enquanto os judeus, homens e mulheres, são obrigados.

Importante consignar que 59,6% dos árabes israelenses participaram das últimas eleições e, pelos resultados, ficou constatado que a maioria votou em representantes judeus, demonstrando que, além de terem sido eleitos representantes árabes, os próprios árabes israelenses confiam nos judeus e no sistema democrático israelense. A participação árabe nas eleições representou um aumento de 10% comparado as últimas eleições, demonstrando que cada dia mais os árabes estão integrados na sociedade israelense.

Salienta-se que referido Instituto é uma entidade ligada aos movimentos políticos progressistas, politicamente corretos e pró-árabes em Israel, ou seja, provavelmente os dados devem ser ainda melhores do que esses apresentados.

ISRAEL é um país livre e plural. Todas as religiões, etnias e culturas convivem pacificamente.

Nos países árabes ao redor, com raríssimas exceções, não existem igrejas, nem sinagogas, as mulheres são meros objetos, propriedade dos homens e cidadãs de segunda classe que não possuem direitos iguais aos dos homens.

Os gays, ateus e cristãos são discriminados e mortos, não existe democracia, ninguém pode exercer seus direitos de cidadãos plenamente. Exceto se for muçulmano, e mesmo assim, não existem eleições.

No Irã tem eleições, mas apenas para presidente, e a grande figura é o Aiatolá.

Nos parlamentos dos países árabes não existem cristãos, nem judeus, nem nenhum representante de outra etnia ou religião.

Na Arábia Saudita, por exemplo, e em outros países árabes, há preconceito contra os árabes palestinos. Não são bem vistos, e os sauditas não se casam com árabes palestinos.

Há muita terra nos países vizinhos para receber e abrigar os refugiados árabes que não se conformam com o estado de Israel. Mas esses países SE RECUSAM a ceder qualquer milímetro, mesmo que seja em área desértica, para receber seus irmãos muçulmanos, que são obrigados a viver na Cisjordânia e na Faixa de Gaza sob julgo de grupos terroristas que usam seu povo como escudo humano e como massa de manobra para culpar Israel por todos os seus males, os condenando a viver na miséria.

Israel é o país que mais fornece ajuda humanitária em todo o mundo. São incontáveis as ações humanitárias q Israel envia pelo mundo afora todos os dias, mas alguns exemplos podem ser dados como a missão ao Haiti com 200 pessoas logo após o terremoto, a missão de montagem de uma clínica de resgate para ajudar as vítimas do terremoto no Japão, sem falar de Brumadinho e da missão de resgate dos brasileiros que estavam na China quando iniciou a epidemia do corona vírus em que Israel ajudou na escala da aeronave enviada pelo governo brasileiro. Possuem também, um programa que faz gratuitamente cirurgias de coração para salvar a vida de mais de 2.300 crianças, incluindo crianças palestinas.

Israel é um dos pilares que sustentam o mundo livre, próspero e civilizado. Se não defendermos essa nação (povo e terra), daqueles invejosos, ressentidos e bárbaros que querem varrê-los do mapa, rumaremos para o caos e todos nós estaremos em perigo.