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Estudante interrompido, músico frustrado, cozinheiro irregular e fundador (e membro mais controverso) do MBL - Movimento Brasil Livre.
Documentário do MBL acaba de vez com tese golpista do Mecanismo e Democracia em Vertigem

Netflix serviu de financiadora para a tese do ‘golpe’. Como responder a tal manobra?

10/09/2019 16h38

O Documentário ‘Não Vai Ter Golpe‘, líder em vendas no iTunes para filmes independentes e documentários — além de 7o lugar no ranking geral — vem cumprindo um importante papel no saneamento da verdade histórica sobre a luta do povo brasileiro contra o petismo.

Em suas duas horas de duração, o longa demonstra, passo a passo, que o papel exercido pelo PSDB — tratado por Padilha e Petra Costa em suas obras como protagonista de um golpe — foi muito mais do que ausente durante boa parte do processo: serviu como sabotador até que o impeachment se estabelecesse.

Não Vai Ter Golpe mostra que A Marcha pela Liberdade, muito bem retratada pelas lentes de Alexandre e Fred, foi um divisor de águas na oposição brasileira. O PSDB de Aécio, atento para a perda de protagonismo após duas manifestações gigantescas, boicotava o protocolo de impeachment liderado pelo MBL; seu líder, Aécio Neves, propunha uma “ação penal” contra Dilma — que nunca andou — como remédio que aplacasse as ruas.

Não aplacou.

Com imagens desconcertantes deste embate interno no seio da oposição, a película desmonta ponto a ponto os panfletos produzidos para a Netflix, restando a estes a aura de superproduções a serviço de uma tese. Chega a emocionar — e os depoimentos de internautas que assistiram o filme vão todos nesta linha — a chegada da marcha em Brasília, com jovens exaustos, para que o protocolo do pedido de impeachment fosse feito à revelia da oposição tucana. Um momento importantíssimo na história brasileira.

Para conferir a histórica, basta procurar por Não Vai Ter Golpe nas melhores plataformas de VOD do mercado: NetNow, iTunes, Google Play, Youtube, Looke, Youtube e Vivo Play.