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Advogado, origamista, ex-straight edge convertido ao conservadorismo, palestrino praticante e caçador Pokémon.
Cavalo de Tróia? Veja como foi a paralização dos professores na região

Em varias cidades do Grande ABC manifestantes se concentram sob pretexto de serem contra o contingenciamento de verba do governo federal

16/05/2019 14h00

Na Quarta-feira, dia 15 de maio, foi o dia previsto para paralização geral dos profissionais da educação, não era surpresa que esta manifestação iria acontecer na região do Grande ABC. A surpresa foi que em varias cidades essa paralização afetou negativamente a vida de varias pessoas. Em Santo André os protestos aconteceram na região da Oliveira Lima, no centro. Em São Bernardo os manifestantes chegaram a fechar ruas e avenidas, atrapalhando o transito de varias pessoas que gostariam apenas de andar pela cidade ou chegar aos seus locais de trabalho. A sessão dos Vereados da Câmara chegou a ser suspensa, atrapalhando o andamento dos projetos em pauta. Em Diadema os manifestantes deste movimento chegaram a atrapalhar e bloquear, parcialmente, os trólebus da região.

               Outra coisa que não foi surpresa, apesar de ser inquietante, é a presença de movimentos de esquerda infiltrados nestas manifestações. Mais evidente dentre vários exemplos é a presença do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) com inúmeras placas com a foto de uma Vereadora, que foi morta em março de 2018. Outra organização que apresentou entregou vários panfletos durantes as manifestações foi Partido da Causa Operária (PCO). Os panfletos pouco falavam de educação e ressaltava outras pautas como a necessidade de não apoiar a reforma da Previdência, a liberdade de Lula e pedindo a exoneração do atual Presidente. Estes panfletos foram distribuídos para varias pessoas, inclusive, estudantes menores de idade.

 Ministério da Educação (MEC) contingenciou, no final de abril, uma parte do orçamento que iria para universidades e outras instituições federais de ensino. Esse contingenciamento não afetou despesas obrigatórias, como assistência estudantil e pagamento de salários e aposentadorias. Contingenciamento é quando o governo bloqueia a execução de parte do orçamento por causa da previsão de não ter receita suficiente. No total, considerando todas as universidades, o contingenciamento é de R$ 1,7 bilhão.

Lembrando que em 2015, com o slogan “Brasil Pátria Educadora”, ouve uma desaceleração em vários programas educacionais durante o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) que fez cortes de quase 10 bilhões de reais na Educação. Na época não foram registradas greves em relação a estes cortes. fffffff